Blog acadêmico da disciplina Teoria e Introdução a Publicidade e Propaganda do curso de Comunicação Social da Universidade de Uberaba

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Prezados,

Boa tarde!
Em nossa aula de reposição (26/11/09), junto aos alunos presentes, fizemos os sorteios dos grupos para as apresentações do trabalho Concorrência de Agências.
Abaixo, o dia e a sequência das apresentações:

01/12/09 (terça-feira):
1º - Cesar e Ana Claudia;
2º - Dayane e Duany;
3º - Roberta;
4º - Luiz Fernando e Luiz Felipe;
5º - Aline Peghini

07/12/09 (segunda-feira):
1º - Ana Bárbara;
2º - Bárbara e Luiz Guilherme;
3º - Thais e Aline Getúlio;
4º - Francis, Rafael e Miriam;
5º - João Gilberto e Leonardo.

Lembro a todos que, nesses dias, contaremos com a presença de um convidado (um profissional do mercado), que auxiliará nas avaliações das apresentações.
Cada "grupo" ou aluno, terá até **10 minutos** para apresentar sua proposta. Vamos contar com datashow no dia. As apresentações serão em nossa sala mesmo.
Preparem-se! Organizem-se! Deixem tudo pronto, com antecedência. No dia não poderemos ter atrasos ou exceder no tempo, então, estejam com tudo organizado. Nos dias respectivos, me programarei para estar com antecedência na sala, para já deixar o equipamento pronto.
Quero ver vcs brilharem novamente! Nossos convidados estão ansiosos e na expectativa, portanto, vamos surpreendê-los.

Espero vcs.
Abraço,
Fabiana Oliva

15:19 Comment0 Comments

Publicidade=> fruto da necessidade das empresas de comunicarem seus produtos/serviços.

A publicidade pode ser exercida através de duas formas:

  1. Manifesta:
    - busca promoção das VENDAS
    - influencia através do condicionamento
    - é objetiva- tem como tarefa INFORMAR
  2. Latente:
    - ultrapassa os motivos racionais
    - trabalha o emocional
    - não tem a intenção direta das VENDAS
    - estabelece uma relação de RECIPROCIDADE com o consumidor.

15:01 Comment0 Comments

Prezados,Boa tarde!!!
Atenção, para poder concluir a avaliação, fechamento e lançamento das notas de seus trabalhos, preciso que os grupos dividam-se em 2 dias de apresentações, da seguinte forma:
27/10/09 - Apresentam-se: TV / Rádio
29/10/09 - Apresentam-se: Jornal / Outdoor

OBS: TODOS OS TRABALHOS ESCRITOS DEVERÃO SER ENTREGUES NO DIA 29/10/09 (QUINTA-FEIRA), SEM PRORROGAÇÕES!!!!

ATENÇÃO, APÓS ESTA DATA, NENHUM TRABALHO SERÁ ACEITO.
03/11/09 - SERÁ REALIZADA A AVALIAÇÃO DE CONTEÚDO.

Obs: o conteúdo da avaliação corresponde à tudo o que foi visto, após a última avaliação, até o assunto da última aula - As Funções da Propaganda (Latente e Manifesta).Se tiverem dúvidas, me comuniquem - com antecedência.Att,Profª Fabiana Oliv

14:49 Comment0 Comments

- Ética / Diversidade
- Responsabilidade
- Órgão Reulamentador - CONAR
- Não Estereotipada

- Discurso: quebra de paradigmas (um contexto sócio-econômico como parâmetro)

14:14 Comment0 Comments

DEFINIÇÃO=> meio, forma ou recurso capaz de levar ao conhecimento do grupo consumidor, a mensagem publicitária.

CLASSIFICAÇÃO=> visual; auditivos; audiovosuais; funcionais.
*obs.: até os anos 90 a TV correspondia a 54% do investimento em mídia no país.

"O melhor veículo para uma campanha é aquele que atinge o maior número dos consumidores visados, do modo mais impressivo, mais rapidamente e ao menor preço por cabeça."

Meios de comunicação=> TV, Rádio, Jornal, OUTDOOR...

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A AGÊNCIA DE PROPAGANDA

Funções dentro da Agência (Ornograma):
Atendimento > Planejamento > Criação > Mídia > Tráfego

Mais que desempenhar uma tarefa cada função tem características peculiars.

FLUXOGRAMA DA AGÊNCIA
CLIENTE --> ATENDIMENTO --> CRIAÇÃO --> MÍDIA

17:54 Comment0 Comments

Glossário de propaganda
Aqui você vai encontrar o significado de alguns termos usados na área de publicidade.
Alltype - Anúncio sem ilustração, só texto.
Anunciante - É aquele que assina a propaganda. O Anunciante autoriza a propaganda e é responsável pelo seu conteúdo e custo.
Anúncio - É a propaganda propriamente dita, esse termo é utilizado mais em veículos impressos, para outros meios como rádio e TV usa-se o termo "comercial".
Anúncio c/ margem - Anúncio de mídia impressa que não utiliza toda a extensão do papel, isto é, que não cobre todo o espaço da página.
Anúncio Classificado - Mensagem de serviço ou produto, em geral de pequeno formato e sem ilustrações, para divulgação em seções especializadas e setoriais de jornais e revistas (diz-se, mais comumente, apenas classificado); original e basicamente, o classificado prevê uma transação comercial de pessoa a pessoa. Exemplo: classificado de venda de carros, casa, móveis usados, empregos etc.
Anúncio Cooperado - Mensagem que promove conjuntamente um produto de determinada marca de fabricante e o seu comerciante, tendo seu custo dividido entre a indústria e o comércio.
Anúncio de lançamento- período inicial de campanha de propaganda. Em geral, um lançamento de campanha se caracteriza por maior pressão publicitária. Num planejamento de mídia, há que distinguir o lançamento da campanha, ou do produto/serviço, de sua sustentação. Diz-se também do início das transmissões de um novo programa, edição de uma nova publicação, um filme etc.
Anúncio de sustentação - fase de uma campanha que mantém presente nos veículos de mídia a comunicação de um produto ou serviço já existente no mercado. Usualmente, a sustentação implica níveis de freqüência mais baixos que o lançamento.
Anúncio espelhado - anúncio colocado ao lado de outro, de produto ou serviço concorrente ou não, em geral, página ímpar contra página par.
Aproach - Abordagem do assunto, enfoque, tratamento conceitual e/ou criativo de uma campanha.
Arte-Final - Peça publicitária em sua forma definitiva pronta para produção.
Assinatura - Identificação do anunciante na mensagem comercial.
Atendimento - Termo mais aplicado nas agências que nos veículos de propaganda, refere-se a prestação de serviço profissional. Em termos genéricos atendimento é coordenação dos serviços que uma agência presta aos clientes. Conforme a estrutura de cada agência, o atendimento pode ou não envolver-se no planejamento.
Auto-Door - anúncio luminoso colocado sobre automóveis, em geral taxis, com duas faces laterais, onde se coloca a mensagem publicitária.
Autônomo - pessoa que trabalha por conta própria e que pode oferecer seus serviços a uma empresa, sem ter com ela, porém, vínculos empregatícios. O mesmo que free-lancer.
Autorização - Documento emitido pela agência para o veículo sobre inserção de mensagem publicitária e sua respectiva cobrança. Utiliza-se também a expressão "Ordem de inserção" ou "Pedido de inserção - PI".
B.V. - Bonificação de Volume. Bônus em dinheiro ou credito que veículos concedem às agências, em função do volume total de propaganda de todos os clientes, por elas autorizada, geralmente em porcentagem crescente segundo este volume.
Brainstorming - "Tempestade Cerebral" exercício em grupo usado para estimular a discussão sobre um determinado assunto, consiste em soltar idéias, palavras, frases, sons, de maneira livre e desordenada com a finalidade de sistematizar as idéias. Técnica utilizada para gerar idéias publicitárias. Consiste em propor e relacionar todo tipo de associações que vierem a cabeça, sem nenhuma análise sobre sua pertinência, para avaliação posterior. Geralmente feita por duas ou mais pessoas, em conjunto.
Briefing - É um documento onde estão sintetizadas as metas, diretrizes e idéias do anunciante para uma determinada companha. É a partir dele que diferentes áreas da comunicação - agência, instituto de pesquisa, produtora etc. - começam o seu trabalho. Resumo informativo. Documento contendo a descrição da situação da marca ou empresa, seus problemas, oportunidades, objetivos e recursos para atingi-los. Base do processo de planejamento.
Broadcast - radiodifusão em canais abertos, de livre acesso ao público, p.e., rede de rádio e de TV.
Budget - Termo utilizado para definir a verba disponível para uma determinada campanha ou período de tempo.
Business-to-bussines - comunicação entre empresas: não inclui o consumidor final; o processo de comunicação entre anunciante, agência e veículo é business-to-business.
Calhau - Anúncio ou comercial colocado no lugar de um espaço não comercializado que iria ficar em branco.
Campanha - Conjunto de peças publicitárias, propaganda, anúncio, comerciais, cartazes, etc. Uma campanha tem também uma unidade temática, uma estratégia e uniformidade.
Centimetragem - área de um anúncio de jornal, que é a multiplicação do número de colunas pela altura em centímetros (cm/coluna) Centrímetro / Coluna - Unidade padrão para se estabelecer o custo da propaganda em jornais.
Chamada - mensagem publicitária que promove programas o eventos especiais.
Checking - fiscalização da exibição de propaganda veiculada em meios de comunicação.
Clipping - Coleção de material impresso, de rádio ou TV com notícias sobre determinado assunto, empresa, pessoa ou marca. Conjunto de artigos, comentários e reportagens sobre o mesmo assunto.
Cobertura - distância máxima alcançada por um meio de comunicação; área geográfica.
Colocação - posição de inserção de uma mensagem ou propaganda em um veículo, determinando variação de preço.
Comercial - peça publicitária usada para expor a mensagem do anunciante na mídia eletrônica (TV ou rádio); sua designação anterior, em TV, era spot.
Comercial avulso - divulgação de peça publicitária em programação de rádio ou de TV, independente de negociação de patrocínio.
Comercial colocado - mensagem com posição determinada e fixa dentro de um programa, em geral com preço mais caro.
Comércio eletrônico - sistema de vendas via tecnologia de comunicação, como TV e internet.
Comissão de agência - pagamento efetuado pelo veículo às agências pelos serviços prestados pelo anunciante.
Compensação - repetição de anúncio ou comercial que, por qualquer razão, não divulgado com as características especificadas ao veículo.
Composição - parte tipográfica de um anúncio; caiu em desuso com a difusão do computador como ferramenta de produção de artes-finais.
Compra - aquisição de espaço ou de tempo para divulgação de anúncios comerciais em mídia impressa ou eletrônica.
Comprador de mídia - responsáveis, nas agências de publicidade, pela negociação de compra de espaços e de tempos nos veículos.
Comunicado [release] - noticiário de interesse de uma empresa, instituição ou órgão oficial.
Consumidor - toda pessoa física ou jurídica que adquire ou usa produto ou serviço, na modalidade final.
Consumidor primário - ou principal, corresponde à população que consome a maior parte de um produto ou serviço, tornando-se, assim, o público-alvo, para quem são dirigidas as peças publicitárias.
Consumidor secundário - parte da população menos representativa para determinado produto/serviço; pode no entanto ser alvo de campanha para aumentar a fatia de mercado deste produto/serviço.
Copyright - Direito legal de propriedade de um texto, frase, livro, obra de arte, música ou qualquer outra forma de expressão.
CPM - custo por mil: unidade de medida para medir a rentabilidade da publicidade.
CPP - custo por ponto de audiência.
Criação - Área que cuida da elaboração das peças publicitárias, de acordo com a estratégia preestabelecida.
Cyberspace - espaço cibernético; espaço virtual.
Deadline - data ou prazo final. Prazo limite ou final. Utilizado para definir o prazo máximo para a realização de qualquer tarefa publicitária.
Departamento de Mídia - Setor responsável pelas tarefas relativas à veiculação da propaganda. Em grandes agências esse departamento pode ser dividido em: pesquisa de mídia, planejamento de mídia, compra de mídia e execução de mídia.
Desconto de freqüência - redução do custo unitário de uma veiculação em função do número de vezes que o anúncio será veiculado.
Desconto de volume - redução do custo em função do volume de verba a ser consumida em um mesmo grupo de veículos ou veículo.
Desperdício - margem perdida pelo anunciante, atingida por consumidores do veículo, mas que não fazem parte do público-alvo do produto/serviço.
Detalhamento - ou break-down, é a discriminação dos diversos componentes de uma programação de mídia; mapa de programação.
Disponibilidade - espaço/tempo para veiculação de anúncio.
Dupla central - Anuncio de página dupla da revista em formato canoa ou jornais, que ocupa o centro da publicação.
Dupla Falsa - Diz-se da página dupla de revista em formato canoa que não ocupa o centro da revista mas mantém a característica da central, que é a inteireza gráfica da execução do anúncio, não dividido entre as páginas que o compõem.
Duração - tempo de medição de comerciais, que em rádio, Tv e cinema é estabelecido em segundos; em mídia impressa, o período de duração em dias, semanas ou meses.
Editorial - Página(s) onde o jornal expõem sua opinião, seus pontos de vista, seu pensamento básico sobre assuntos principais da cidade, do Estado, do país, do mundo.
Encalhe - Quantidade de jornais ou revistas que volta ao editor por não ter sido vendida, embora considerada necessária no ponto de venda para permitir uma boa distribuição e uma venda que possa atender toda a demanda.
Encarte - Mensagem publicitária de duas ou mais páginas, que tem como objetivo regionalizar a veiculação (reparte) e/ou das maior destaque à mensagem do que ela teria se impressa na própria publicação. O encarte pode ser preso ou solto.
Fee - Importância paga por uma tarefa ou período pelo cliente à agência.
Folder - Folheto, peça dobrada.
Folheto - Impresso utilizado em mala direta, distribuição em pontos de venda, ou mesmo sob forma de encartes, de possibilidades ilimitadas em relação a número de páginas ou formatos.
Follow Up - Acompanhamento da execução de um plano de comunicação, mídia ou produção.
Free Lancer - Trabalho avulso.
Gôndola - Prateleira de supermercado.
Honorários - Remuneração da agência por qualquer de seus serviços ao cliente.
Identidade Visual - Parte essencial de qualquer imagem corporativa de marca e que se constitui num sistema de signos visuais (logotipo, cores. letras, etc.) que dão homogeneidade à marca.
Informe Publicitário - Mensagem publicitária imitando o estilo editorial do veículo.
Inserção - Ato de veicular qualquer peça publicitária nos veículos.
Institucional - Tipo de propaganda feita para valorizar a instituição e obter ganhos para a imagem corporativa e de marca.
Jingle - Mensagem publicitária para rádio em forma de música.
Job - Nome de trabalhos específicos feitos para um cliente.
Layout - Esboço ou desenho que destaca os vários elementos de uma peça publicitária de mídia impressa. Pré elaboração de uma arte-final.
Link - Termo utilizado para expressar uma ligação temática ou formal entre as peças de uma campanha publicitária.
Locução - Texto falado por locutor para comerciais de rádio, televisão ou cinema.
Logomarca - Desenho característico que identifica uma instituição, empresa ou produto. Pode, eventualmente, fundir-se com o logotipo da empresa, tornando-se indissociável. Símbolo gráfico + logotipo.
Logotipo - Letras utilizadas para compor o nome de marca ou empresa. Palavra ou letra com desenho característico, pela forma tipográfica ou decorativa de marca industrial ou comercial. que identifica um produto ou empresa.
Mala direta - Propaganda pelo correio. Caracteriza-se pela seletividade e até mesmo pela personalização da audiência; utiliza como instrumento folhetos, cartas, pequenos brindes. É modalidade de propaganda e não é merchandising. Isto é, divulga informação promocional pelo correio. Há legislação específica sobre o uso do meio.
Marca - Nome do produto, serviço ou empresa.
Mídia - Os meios de comunicação, veículos; áreas técnicas de propaganda, relacionada com a veiculação de mensagens comerciais. Designa também a profissão, o profissional da área em agências. Veículos de comunicação; Técnica publicitária que estuda e indica os melhores meios para veicular mensagens publicitárias; profissional especializado nas técnicas de mídia.
P.I. - Pedido de Inserção.
Past-Up - Montagens dos trabalhos em finalização (fotos, textos,etc.)
Ponto-de-Venda - Local onde as vendas são efetivamente realizadas.
Portfolio - Conjunto de trabalhos já realizados por uma agência.
Press-Release - Texto com informações para a imprensa.
Prospect - Cliente potencial.
Publicidade - divulgação, ato de tornar pública alguma coisa, notícia, fato. Informação pública.
Publicitário - Profissional que trabalha em propaganda.
Público-Alvo - Grupo de consumidores ou prospects.
Rodapé - Tipo de anúncio localizado no pé das páginas de jornal e revista.
Rouba-página - Tipo de anúncio de jornal que tem um formato suficientemente grande para impedir que outro anúncio seja inserido na mesma página.
Rough (rafe) - Rascunho, esboço.
Share - Participação.
Share-of-Market - Participação de mercado.
Share-of-Mind - Participação na cabeça do consumidor.
Show-Room - Loja ou escritório montado para exibição(sem venda) e promoção de produtos.
Slogan - Assinatura qualificativa de produto ou serviço. Frase-tema de uma campanha ou marca.
Spot - Mensagem publicitária de rádio feita por uma locução simples ou mista.
Story Board - Esquema ilustrado com cenas principais do roteiro de um comercial.
Target - Público alvo.
Teaser - Mensagem curta que antecede o lançamento de uma campanha publicitária, gerando expectativa para ela.
Trilha - Música incidental ou de fundo do comercial.
Veículo - Nome genérico de qualquer empresa de comunicação. Vinheta - Cena animada(TV) ou Mensagem sonora musical(rádio) bem rápida para lembrar tema, empresa ou marca.

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BRIEFING
O QUE É?“Documento”; reúne uma coletânea de informações sobre o cliente, seu negócio, produto ou service. O Briefing é realizado, geralmente, pelo executive de contas (Atendimento).COLETAR, ORGANIZAR e SIMPLIFICAR as informações para a agência.
QUESTÕES PARA ELABORAÇÃO DO BRIEFING
1. O QUE nós estamos vendendo?Conhecer bem seu produto, embalagens, valores, conteúdo….
2. A QUEM nós estamos vendendo?Público alvo
3. ONDE nós estamos vendendo?Saber onde divulger.
4. QUANDO nós estamos vendendo?
Épocas ou horário, periodo para vender o produto.
5. COMO nós vamos vender?
Melhor caminho para vender ou divulger.

PUBLICIDADE NA ECONOMIA DAS EMPRESAS
· Forte concorrência
· Maior capacidade de produção das empresas
· Desenvolvimento de novos produtos
A publicidade é uma força importante e crescent na venda competitiva.
06 (seis) forces adicionais que devem ser combinadas a publicidade para poder consumar-se uma venda:1- Produto 2- Distribuição 3- Embalagem 4- Vendedores
5- Promoção 6- Preço

EFEITO DA PUBLICIDADE NA ECONOMIA
A) Criação de Mercaos
B) Ampliação de Mercados
C) Ação Reguladora
D) Redução de Custos
E) Aceleração Rotação EstoquesMelhoria Qualidade

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Existem várias técnicas que são utilizadas para criar mensagens que sejam persuasivas. Algum tempo tem-se dedicado para analisar os meios pelos quais as mensagens de propaganda são transmitidas, e este trabalho é importante.
Identificar estas mensagens de propaganda é um pré-requisito necessário para estudar os métodos utilizados para divulgação destas mensagens. Por isso é essencial ter algum conhecimento das seguintes técnicas de geração de propaganda:

1) Repetição Nauseante - Uma idéia repetida suficientemente se torna verdade. Esta técnica funciona melhor quando o acesso a mídia é controlado pelo propagandista. Ex: repetir a propaganda incansávelmente no rádio, ou TV (jingle criado para novo telefone da Dujato: 1019, 1910...)

2) Apelo à autoridade - É a citação, ou utilização da imagem de uma pessoa/personalidade proeminente para apoiar um posicionamento, idéia, argumento ou alguma ação em desenvolvimento. Ex: campanhas ou peças que usam uma personalidade para agregar valor ao produto, e credibilidade à mensagem. Ex: comercial do Instituto Boa Fé, com Giani; campanhas de combate ao Câncer de Mama; campanhas de moda, etc.
3) Efeito dominó e/ou Vitória inevitável - Tenta convencer a audiência a colaborar com uma ação "com a qual todos estão colaborando", "junte-se a nós". Essa técnica reforça o desejo natural das pessoas de estar no lado vitorioso e visa a convencer a audiência que um programa é a expressão de um movimento de massa irresistível e que é de seu interesse se juntar a ele. A "vitória inevitável" incita aqueles que ainda não aderiram a um projeto a fazê-lo, pois a vitória é certa. Os que já aderiram se sentem confortados com a idéia de que tomaram a decisão correta e apropriada. Ex: campanha dos “Geloucos” (bonecos que brilhavam no escuro); que dizem “você PRECISA deste produto”, “todo mundo já comprou um Ford novo, você não pode ficar de fora”).
4) Estereotipificação ou Rotulagem - Essa técnica busca provocar a rejeição em uma audiência rotulando o objeto da campanha de propaganda (o conceito da camapanha, a idéia central) como algo que o público-alvo teme, desgosta, tem aversão ou considera indesejável.
5) Homem comum - O "homem do povo" ou "homem comum" é uma tentativa de convencer a audiência de que as posições do propagandista (a campanha em sí, a mensagem, o conceito) refletem o senso comum das pessoas (é o que todo mundo pensa, é o que todo mundo quer). É utilizada para obter a confiança do público comunicando-se da maneira comum e no estilo da audiência. Propagandistas usam a linguagem e modos comuns (e até as roupas, quando em comunicações audiovisuais presenciais) numa busca de identificar seus pontos de vista com aqueles da "pessoa média". Ex: campanhas que, ao invés do galã ou da modelo, trabalha-se com alguém que represente melhor o público, que causem uma identificação; uma maneira de criar uma imagem mais próxima da realidade do consumidor final.
6) Slogan - Um slogan é uma frase curta e impactante que pode incluir rotulação e estereotipação. Se slogans podem ser criados a respeito de determinada idéia, devem sê-lo pois bons slogans são idéias auto-perpetuáveis. Ex: Se é Bayer, é bom! / Mc Donald's – Amo muito tudo isso / etc.
7) Termos de Efeito - São palavras de intenso apelo emocional tão intimamente associadas a conceitos e crenças muito valorizados que convencem sem a necessidade de informação ou razões que as apoiem. Elas apelam para emoções como o amor à pátria, lar, desejo de paz, liberdade, glória, honra, etc. Solicitam o apoio sem o exame da razão. Embora as palavras e frases sejam vagas e sugiram coisas diferentes para pessoas diferentes, sua conotação é sempre favorável. Ex: campanhas que exploram expressões fortes - “Nós podemos!”; “Você é tudo!”, “Viver sem fronteiras!”. Obs: às vezes, os Termos de Efeito utilizados podem confundir-se com o próprio slogan da marca, ou produto.
8) Testemunhal - São citações, dentro ou fora de contexto, efetuadas especialmente para apoiar ou rejeitar uma idéia, ação, programa ou personalidade. Explora-se a reputação ou papel (especialista, figura pública respeitada, etc.) daquele que é citado. O testemunho dá uma sanção oficial de uma pessoa ou autoridade respeitada à mensagem de propaganda. Isso é feito num esforço de causar no público-alvo uma identificação com a autoridade ou para que aceite a opinião da autoridade como sua própria. Ex: a maioria de propagandas (impressas), de produtos para cableo, pele, trazerm artistas que acham a idéia baca.

Métodos para transmitir mensagens publicitárias
Métodos comuns para transmitir mensagens de propaganda incluem noticiários, comunicações oficiais, revistas, comerciais, livros, folhetos, filmes de propaganda, rádio, televisão e pôsteres, que relacionem o produto/serviço oferecido quanto as suas características e benefícios. No caso da divulgação de uma idéia ou conceito o meio utilizado deve corresponder ao público-alvo da campanha e acompanhado da linha de pensamento do seu criador, afim de instigar no público o interesse e a aderência à idéia/conceito.

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A História da Propaganda Brasileira surge em meados de 1800.
Desde então, vem passando por grandes mudanças, sempre acompanhando as necessidades mercadológicas.

1500 - Desde a carta de Pero Vaz de Caminha à D. Manuel, o Brasil exercita o marketing a fim de escapar do destino que nos fora reservado por Cabral: ser uma colônia. Dos nossos índios que também já agiam nesse sentido, pintando papagaios para vendê-los como araras e assim “lesavam” os consumidores europeus, até os camelôs de hoje em dia, “vale tudo” (desde que se tenha ética e eficiência) quando se trata de vender uma idéia ou produto.

No Brasil, a propaganda está no sangue!
Mascates, ambulantes, tropeiros foram os primeiros vendedores, muito antes das vendas por telefone, catálogos ou Internet.
E assim a história seguiu-se até a década de 50. Através de transportes mais modernos, bolsas, tecidos importados, coisas da China e da Ilha da Madeira eram levadas aos lares brasileiros, até as donas-de-casa (as maiores consumidoras do país).
No Brasil colonial a propaganda de boca mostrou ser tão eficaz quanto os panfletos colados nos postes, ou portas.

Tiradentes – a primeira campanha política do Brasil!

1808 – vinda de D. João VI para o Brasil e a criação da Imprensa Régia. A colônia civiliza-se. Enfim, o jornal! Surge a “Gazeta do Rio” e depois dela os anúncios.Os primeiros anunciantes divulgavam seus interesses em vender ou comprar terras, imóveis e escravos.
1819 – entra em cena o trio poderoso: Jornal, classificados, agência de propaganda. Nessa época, os anúncios eram uma espécie de classificados de tamanho maior. E os grandes anunciantes eram: remédios, tonificantes e elixires. Era preciso “vender” saúde nos tempos das pragas, moléstias e pestes que assolavam as sociedades.

1821 – Surge o primeiro jornal de anúncios – o “Diário do Rio de Janeiro”, onde os anúncios apresentavam textos longos e poucas ilustrações. Tudo muito formal (palavras, expressões) e pouco comercial.
Início do Século XX
No início do século, o Rádio revoluciona a vida brasileira. O rádio trouxe os spots e principalmente - os jingles! Som, sonho e imaginação para os brasileiros.

Foto: Cantora Virgínia Lane - Fonte: GoogleEssa época data do início dos anos 50, época da Rádio Nacional, dos programas de auditório.
Nos anos dourados, o sucesso eram as vedetes, como Virgínia Lane. Época em que as estrelas do cinema já usavam Lux, e a IAS da Sydney Ross era a maior agência do País. Nessa época, a propaganda era feita em jornais, revistas e nos bondes.
Obs: A revista era uma mídia importante na época (O Cruzeiro chegou a vender 700.000 exemplares).
Período de Guerra (de 1941 a 1945) - A II Guerra acabou com a festa da propaganda, direcionando as atenções para o momento, diminuindo o interesse e poder de consumo. De 1941 a 1945 foram anos de guerra também para a propaganda. Toda produção, das empresas e indústrias tinha fins bélicos, portanto, os produtos e as mensagens carregavam os apelos ao consumidor com essa temática.
A guerra influenciava muito, com imagens e textos ligados ao tema.
Ex: “Piralgina destrói qualquer dor”.
(Piralgina era um tipo de medicamento; analgésico)
Nessa época mudanças, evoluções, novos gêneros de se fazer propaganda: spots, jingles, slogans, promoções e o crescimento do crediário, tudo para atrair a atenção e agradar os consumidores.

1950 - Chega a TV!
03 de Abril de 1950 no Brasil, marca a chegada da TV – a Rede de Televisão Tupi (uma obra do pioneiro Assis Chateaubriant), o que significa mais uma revolução na vida brasileira. Com a chegada da TV inicia-se as discussões sobre estratégias de marketing (propaganda, promoções, pesquisa de mercado, etc), para atingir as metas de vendas dos fabricantes. Foi uma virada para as Agências e todo o mercado publicitário. Quando a procura é maior que a oferta, tudo se vende. Quando há o processo inverso (a demanda cai, ou cria-se a concorrência) é necessário criar subterfúgios, argumentos e valores que atinjam o mercado e os consumidores potenciais. Daí a idéia de marketing.
Os primeiros anunciantes da TV foram: a Sul América Seguros (seguradora), Antártica (bebidas), Moinho Santista (alimentos) e empresas Pignatari (Prata Wolf).


Década de 60
De 1950 a 1960 começamos uma nova era eletrônica. Era em que importávamos filmes em latas, as agências McCann Erikson e a J.W Thompson trazem o Know how, criando, redigindo e produzindo programas. Americanizamos nossa propaganda. Assimilamos o formato americano de trabalhar - dentro das agências, em duplas de Criação.
Era em que as demonstradoras – garotas propagandas e os apresentadores, ganharam seu espaço. Época dos comerciais ao vivo! O sucesso durou pouco para eles, pois era tudo muito mecânico – enquanto falavam plataformas de texto, iam alisando carinhosamente o produto, sem lado criativo. Não mostravam razão de compra. Fora os imprevistos de uma gravação ao vivo, que comprometiam em muito a imagem do produto.

1951 – Fundou-se a primeira Escola Superior de Propaganda – em São Paulo, devido a necessidade de se formar profissionais da área (afinal, fora do Brasil a propaganda já era profissionalizada).
Com a popularização dos eletrodomésticos (GE, Walita, etc), não existiam profissionais suficientes para dar conta do trabalho. Os bons de criação eram poucos, então trabalhavam por horas além do horário. Muitas vezes, as agências usavam o mesmo redator, ou apresentavam layouts do mesmo artista para vários produtos, fora o mesmo publicitário que fazia a campanha política de vários candidatos.
Devido a Escola Superior de Propaganda ter surgido em SP, e também ao fato do crescimento das indústrias automobilísticas no País, ocorreu uma migração dos profissionais da propaganda – que em sua maioria concentravam-se no Rio de Janeiro, para SP.

1956 – Um grupo de São Paulo lança a Revista da Propaganda, que apresentava assuntos pertinentes à área.

Com tanto crescimento ficava difícil saber quais propagandas eram boas. Uns anúncios eram bons, outros nem tanto, mas eram maçantes e comuns em sua maioria. Até a Kolynos lançar um anúncio, cheio de conceito para época: “Ah!... gente dinâmica pede Kolynos”. A marca quebrou paradigmas, saiu do comum.


De 1960 a 1970 – Foram muitos acontecimentos importantes: agências norte-americanas ditaram as normas de criação (adoção das duplas de criação nas agências); com a inauguração de Brasília, o mercado publicitário acreditou em uma descentralização e possibilidade de expansão nas regiões. Não foi o que aconteceu, e que levou o mercado a uma série de fusões para conseguir sobreviver. Surgem inúmeras pequenas agências e a profissão ganha a universidade.

A propaganda realmente começou séria no país apenas quando se iniciou a fabricação de automóveis aqui, antes não havia produções (tudo ainda muito amador). Era inexistente o conceito. Com os carros veio o dinheiro, e consecutivamente a atração dos melhores profissionais para o país.

1980 – Mudanças sociais atingem a propaganda. Época da emancipação feminina, pós movimento hippie; mulheres no mercado de trabalho e com poder aquisitivo maior e independente. Tudo isso atraiu a atenção da propaganda, tanto para enxerga-las como consumidoras, como profissionais mais sensíveis e com melhor percepção para sentir as oportunidades no mercado.

1990 – Um novo desafio: a Globalização. A publicidade na Web, a internacionalização dos conceitos, a diversificação dos desejos, a comunicação universal. Novas mídias, novos recursos, tecnologia hi tech para conteúdos vazios. Como criar desejos num mercado saturado de ofertas.Época em que a propaganda vê-se cada vez mais direcionada a desenvolver seu lado estratégico, tendo a visão do todo e se aventurando por áreas como a administração e o marketing.

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O que é Publicidade?
expressar-se
divulgar
apresentar algo
induzir
vender
criar
tornar algo público


Processo de Comunicação
oral (fala, som)
corporal
imagem (desenho, símbolo)
escrita


EU(emissor) ----------> MENSAGEM(publicidade/meio) -----------> A QUE? / A QUEM?(receptor)

Comunicação NÃO é um fenômeno ISOLADO. Há a influência do contexto (social, político, econômico, ecológico, tecnológico, etc...) na comunicação.

Significado da comunicação segundo Aristóteles: "Comunicação é igual a todos os meios disponíveis de PERSUASÃO."

Os 3 principais objetivos da comunicação:
PERSUADIR
DIVERTIR
INFORMAR



CONCEITOS

PROPAGANDA:
atividades que tendem a influenciar o indivíduo com objetivo religioso, político, cívico. Propagação de idéias e crenças, mas sem necessariamente uma finalidade commercial.

propagare
PROPAGANDA => IDÉIAS
(divulgação)

PUBLICIDADE: deriva do latim “publicus”. Decorre do conceito de propaganda. Tem como particularidade o fato de ser PERSUASIVA, com o objetivo bem determinado; COMERCIALIZAR, “VENDER”. É a arte de despertar no público desejo de compra, levando-o a ação.

publicus
PUBLICIDADE => COMÉRCIO
(venda)


PROPAGANDA INSTITUCIONAL: propaganda sobre a instituição, empresa sem a vender nada.
MASCATES: considerados os primeiros publicitários.

16:47 Comment0 Comments


Hey moçada!!


A quantas andam os trabalhos da nossa primeira atividade, hein? Espero que estejam "arrebentando".

Olha só, estão espalhados pela cidade alguns outdoors, muito bacanas por sinal, que fazem alusão a ícones, elementos e hábitos da década de 50! Confiram! Tá mto interessante. E tem um site tb: www.oqueeisso.com.br. Muito jóia galera!!


A este tipo de campanha damos o nome de "TEASER". São campanhas que contém mensagens não totalmente declaradas, a fim de criar expectativa, gerar curiosidade nos indivíduos. O visual é show!

Dêm uma olhada.

Quem sabe, no trabalho de vocês, não achem algo parecido?! Algo da década que tenha sido trabalhado dessa maneira!


E vamos lá! Vamos fazer nossos trabalhos arrebentarem! Vamos bombar nosso blog!!

Abraços,

Fabi

07:46 Comment2 Comments

Hey turma!! Vamos todos fazer parte deste espaço. Ele foi pensado para permitir que todos alunos interajam, independente de disciplina ou periodo. Vamos a aproveitar!!!
Para o alto e avante!
Bjos,
Profª Fabiana Oliva